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Cirurgia colorretal

Cirurgia de Intestino

Tratamento cirúrgico do câncer colorretal, doença inflamatória intestinal, diverticulite complicada e obstruções, com avaliação individualizada de cada caso.

O que é

Tratamento cirúrgico das doenças intestinais

A cirurgia de intestino trata desde condições oncológicas, como o câncer colorretal, até quadros inflamatórios e complicações agudas, como a diverticulite perfurada ou a obstrução intestinal. O planejamento cirúrgico considera a extensão da doença, a urgência do quadro e a preservação, sempre que possível, do trânsito intestinal normal.

Cirurgia de Intestino
Quando é indicada

Situações que podem exigir cirurgia intestinal

Câncer colorretal

Tumores malignos do cólon ou reto, identificados por colonoscopia e biópsia.

Doença inflamatória intestinal

Casos graves de Crohn ou retocolite ulcerativa que não respondem ao tratamento clínico.

Diverticulite complicada

Quadros com perfuração, abscesso ou obstrução decorrentes de diverticulite.

Obstrução intestinal

Bloqueio do trânsito intestinal por diferentes causas, muitas vezes de caráter urgente.

Recuperação

Retomada gradual da alimentação e das atividades

Após a cirurgia, a dieta é reintroduzida de forma gradual, com acompanhamento médico próximo. A caminhada leve costuma ser estimulada precocemente, pois favorece o retorno do funcionamento intestinal. Quando há indicação de estoma (colostomia ou ileostomia), a equipe orienta o paciente sobre os cuidados necessários muitos casos são temporários, com reversão planejada posteriormente.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre a cirurgia de intestino

As principais são o câncer colorretal, casos graves de doença inflamatória intestinal (como doença de Crohn e retocolite ulcerativa), diverticulite com complicações (perfuração, abscesso ou obstrução) e obstrução intestinal por outras causas.

Sangue nas fezes, alteração persistente do hábito intestinal, dor abdominal recorrente, perda de peso sem explicação e episódios de obstrução (parada de eliminação de gases e fezes, distensão abdominal) são sinais que merecem avaliação médica.

Não. A necessidade de estoma (colostomia ou ileostomia), temporário ou definitivo, depende da extensão da doença, da urgência do caso e da técnica cirúrgica empregada. Muitos procedimentos preservam o trânsito intestinal normal isso é avaliado caso a caso.

A dieta é reintroduzida de forma gradual, com acompanhamento médico. Caminhadas leves costumam ser estimuladas precocemente para favorecer a recuperação do funcionamento intestinal, sempre conforme orientação da equipe.

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