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Cirurgia hepática

Cirurgia de Fígado

Tratamento cirúrgico especializado de tumores, cistos e nódulos hepáticos, com abordagem oncológica e experiência em transplante de fígado.

O que é

Tratamento cirúrgico das doenças do fígado

O fígado pode ser acometido por tumores primários (que se originam no próprio órgão), metástases de tumores de outras origens, cistos e nódulos. Quando o tratamento cirúrgico é indicado, o objetivo é remover a lesão preservando o máximo possível de tecido hepático saudável, já que o fígado tem capacidade natural de regeneração.

A avaliação leva em conta a localização e o tamanho da lesão, a função hepática do paciente e o estadiamento oncológico, quando aplicável.

A atuação do Dr. Matheo também inclui a cirurgia das vias biliares, com frequência avaliadas em conjunto com doenças do fígado por sua proximidade anatômica e funcional.

Cirurgia de Fígado
Quando é indicada

Situações que podem exigir cirurgia hepática

Tumores malignos

Câncer primário do fígado ou metástases de outros tumores (como intestino, mama e outros).

Tumores benignos

Lesões que crescem, causam sintomas ou têm características que exigem remoção preventiva.

Cistos hepáticos

Formações císticas volumosas ou sintomáticas que comprometem a função do órgão.

Nódulos em investigação

Achados de imagem que precisam de avaliação cirúrgica para diagnóstico ou tratamento.

Recuperação

Pós-operatório e regeneração hepática

A internação inicial costuma ser curta, mas a recuperação completa se estende por algumas semanas. O fígado remanescente se regenera progressivamente, e o acompanhamento médico nesse período é fundamental para monitorar a função hepática e identificar precocemente qualquer complicação. Repouso, retorno gradual às atividades e exames de controle fazem parte do protocolo de recuperação.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre a cirurgia de fígado

É indicada em casos de tumores hepáticos benignos ou malignos (incluindo metástases de outros tumores para o fígado), cistos e nódulos que comprometem a função do órgão ou apresentam risco de malignidade. A indicação sempre depende de avaliação individual com exames de imagem e, quando necessário, biópsia.

O porte varia conforme a extensão da lesão e a quantidade de tecido hepático a ser removida. O fígado tem capacidade de regeneração, o que permite, em muitos casos, preservar função suficiente para uma recuperação satisfatória mas cada caso exige planejamento cirúrgico individualizado.

A internação inicial costuma ser breve, mas a recuperação completa leva algumas semanas, com repouso e acompanhamento médico rigoroso para monitorar a regeneração do órgão e prevenir complicações.

Sim. Além da cirurgia oncológica hepática, o Dr. Matheo tem fellowship em transplante de fígado e pâncreas e atuou em equipes de transplante em hospitais de referência de São Paulo, o que agrega experiência técnica ao tratamento de casos complexos do órgão.

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